quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

Entendemos muito pouco da profunda sinceridade da vida.
Todos perdemos tempo numa superficialidade tão profunda
que nem se quer percebemos tanta simplicidade em viver.
É inútil se envergonhar dos costumes que produzimos.
A criança não pode mais fugir daquilo que depois 
ela mesmo não poderá abandonar.
O que seria de nós se o certo agisse mais claramente?
Seria como uma revolução onde a moral se choca 
contra as paredes da cultura e abandona a tristeza antiga?
Deus permita que os destinos dessas humanas criaturas
desfiguradas e animalizadas retornem em breve
à decência da boa nova. Deus queira...
Não é o pavor que movimenta as cabeças errantes
mas as angústias do trabalho que inibem por preguiça
o ir e ir mais adiante.
Talvez os problemas humanos sejam mesmo tolos.
Mas, por Deus, precisamos urgentemente nos envergonhar disso!