terça-feira, 17 de dezembro de 2013

O semblante vivo da alma é abafado no instante nascituro.
Tantos abalos mencionados no útero da humanidade
que aponta para participar do todo 
provoca o medo de reagir aos destemperos mais amargos.
Regido pelo impróprio uso do corpo
as desesperadas mães aportam ao espírito
os mesmos medos do infinito que em si enraizaram.
Fátimas desiludidas. Esquecidas da providência.
Criança, apela pela liberdade, que tão logo
a intensa sociabilidade a torna pactuante
de todo o esquema aqui instalado.
Sem parâmetro, sem pavio, o cego espírito...
Que triste a beleza escondida.
A pura lógica fortemente rebatida
para se formular as absurdas conclusões.
Se pudesse inventar novamente todas as verdades
que, vira e mexe, aparecem por ai...
Sigo um instinto tão certeiro, que de instinto tem apenas o análogo.
É Deus presente na deusidade fonológica!
Escuto de minha filosofia interior
Os conselhos que guardo em mim mesma.