domingo, 19 de dezembro de 2010

Parte de tudo.
Não há razão para abandonar
os mínimos valores
que tanto desprezamos.
Significados são suficientemente abstratos
para não termos idéia
de todos os seus sentidos.
A individualidade só existe
perante as nossas escolhas.
E por essas escolhas
somos arremessados contra os conflitos
do mínimo e máximo,
da verdade e obscuridade.
Do mais,
somos parte de tudo.
Aprendemos a caminhar
com muito esforço e observação.
O outro existe!
Com todo o seu problema,
com todo o seu perfil.
Talvez não mereça
a máxima da sociabilidade,
a conversa,
mas observar é intrigante.
Podemos ser três de múltiplas possibilidades:
o eu, o seu e o nosso.
O "nosso" é balela.
É um esforço para se manter na ordem.
O "seu" é meia balela.
É a determinante para se tornar agradável.
O "eu" é o prazer que busco.
É todo a verdade em ascensão.
Não é claro o que se vê.
Mas longe está da escuridão.
Lê-se: mistério!
Fazer parte de tudo
o que se encontra na individualidade
é prazer imensurável
que deve ser degustado nos mínimos detalhes.