quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

Iniciativa

Tudo tende a ter uma explicação, seja ela lógica ou espiritual. Parti ansiosa com essa frase na cachola e fui buscar minhas verdades. Refleti a respeito de tudo o que era simplesmente me dito como verdade como, por exemplo, o que era FELICIDADE. Segundo os conceitos aprendidos por outras gerações e transmitidos para todos as posteriores, felicidade é a conclusão de uma vida de estudos direcionada na aquisição de bens e constituição de uma família. Hãn?! Sinto-me feliz na vida acadêmica no intuito de um possível enriquecimento intelectual. Além disso, sinto prazer na escolha que fiz e tudo o que isso pode me trazer. Agora, adquirir bens é tão inevitável quanto adquirir dívidas. O sistema é cíclico, se você tem capital coloque-o onde ele exigi que é o seu lugar, no mercado. Família... não ousarei dizer que esse elemento não participa de nossa felicidade. Enfim, divulgo minhas conclusões. Felicidade: conceito renovável e limitado. Deixe-me explicar. Lembre-se num adolescente de 15 anos feliz com a possibilidade de iniciar sua "carreira" social, conhecer pessoas interessantes, talvez ingressar num namoro, sonhar com a faculdade, etc, etc. Tudo isso era a sua felicidade. Limitada ao que poderia obter naquele momento. Em contrapartida podemos ter na vida adulta todos os sonhos de sucesso que nos deixam satisfeitos de felicidade. Portanto, conceito renovável, pois o que te inflava de felicidade aos 15 anos não te infla aos 25. Para ser feliz é atender ao que te satisfaz verdadeiramente, sem hipocresia, nem arrogância. A Felicidade, em geral, é muito simples. Ela é aquele suspiro de satisfação quando alcançamos um objetivo. Reflitam sobre novas possibilidades de ser feliz.